Quando se fala em e-commerce, o primeiro formato que vem à cabeça é o tradicional Business to Consumer (B2C), no qual a empresa vende seus produtos diretamente ao cliente final. No entanto, com o passar dos anos, à medida que o mercado foi sofrendo transformações, outros tipos de  e-commerce foram sendo criados. Hoje, o comércio eletrônico já pode ser categorizado de diversas formas considerando, por exemplo, se os bens que estão sendo comercializados são produtos (físicos ou digitais) ou serviços (presenciais ou à distância). Aqui, decidimos classificá-los a partir do perfil de quem está participando da negociação, se é pessoa física ou jurídica. Abaixo, você confere os principais tipos de e-commerce e pode definir qual é ideal para o seu negócio!

Conheça os principais tipos de e-commerce:

1- Business to Consumer (B2C)

O Business to Consumer é a modalidade que mais se expande atualmente. Nesse formato, as empresas (pessoa jurídica) negociam diretamente com os consumidores (pessoa física). A grande vantagem é que o mercado para esse tipo de e-commerce é muito amplo e abrange diversas possibilidades de segmentos, produtos e públicos. Consequentemente, também é a opção mais competitiva. Nos exemplos B2C, se encaixam marcas e fabricantes com lojas virtuais próprias e marketplaces, como Americanas e Magazine Luiza.

2 – Business to Business (B2B)

O Business to Business (B2B) também tem demonstrado crescimento significativo. Nesse modelo, empresas fornecem insumos para outras empresas. As transações são realizadas para revenda de produtos, contratos de fornecimento, reposição de estoque e supply chain. O modelo é utilizado, essencialmente, por produtores e atacadistas, mas nada impede que companhias de outros nichos também apostem nesse formato. Alguns exemplos são papelarias, loja de móveis etc.

3 – Consumer to Business (C2B)

Considerado uma tendência, o Consumer to Business se refere a pessoas físicas que vendem seus produtos e serviços para pessoa jurídica (empresa). Por ainda não ser amplamente difundido, esse formato é visto como uma inovação no universo do e-commerce. Exemplos mais comuns são as lojas que vendem produções livres de royalties, comercializando produtos como fotos, vetores e mídias (Shutterstock, Freepik, Unsplash etc).  Também há processos em profissionais participam de uma concorrência, onde todos ofertam a sua versão do produto – que pode ser um logotipo, uma estratégia de comunicação etc – mas a empresa decide por apenas um para fechar negócio. 

4 – Consumer to Consumer (C2C)

Já o Consumer to Consumer se trata da comercialização de bens e serviços entre dois consumidores (pessoa física), sem que haja participação de uma empresa (pessoa jurídica). O processo geralmente ocorre com o apoio de uma plataforma que atua como intermediador das transações e possibilita a divulgação dos produtos. Profissionais autônomos e/ou que trabalham com artesanato, comida ou revenda de produtos de beleza podem se beneficiar desse formato. Mercado Livre, Ebay e OLX são exemplos de plataformas existentes. 

5 – Business to Government (B2G)

Também conhecido como Business to Administration (B2A), esse modelo trata de empresas que vendem produtos para o Governo por meio de concorrências públicas. Os editais brasileiros, por exemplo, exigem que toda empresa que forneça produtos e serviços para a administração pública esteja com todos os imposto e tributos trabalhistas quitados.

Esses são os tipos de e-commerce mais utilizados atualmente. Com essas informações, você já pode definir qual modelo mais se encaixa com o seu negócio. Boa sorte!

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